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Tarja Preta

Aquilo que todos gostariam de fazer...

Esse é Arnaldo Branco, felas. Confira as boas pilhérias do belinho no “Grandes Homens do meu tempo”, edição janeiro / 2010 do Pia (Brasília). Eis uma boa entrevista com o “mais legal” (hehehehehe) humorista em exercício no Brasil, o papai do Capitão Presença!

E pra dizer que não falei em flores, um 2010 com menos bom senso, racionalidade e prudência. Pitequem por aí. Cheiro imenso :***

Do querer reificado

"Eat Me: a Gula ou a Luxúria?" (1975) - Lygia Pape

te visito em encontros e histórias irreais

eu queria que você fosse de fogo
vez enquanto visitaria seu jardim
quem sabe a vida fosse mais viva
na imensidão do vermelhar

eu queria que você fosse de brasa
só pra querer ter medo de pisar
daí faria de você brinquedo difícil
ou me jogaria sem segredo, sem medo de bulinar

eu queria que você quisesse ser chama
labareda que inflamasse a folhinha
alcunhasse as datas, os prazos e as camas
teria tempo pra queimar as horas ligeiras do passar

eu queria sua lembrança, toda minha
mas as idéias se perderam ao entardecer dos dias
de manhã te faço, de tarde te acompanho e à noite te perco
como os meus sonhos e parceiros, todos longes sem me alçar

(10/09/2009)

‘A gente pode’

Hoje me deparei com a capa do Correio de Sergipe entitulada com tal manchete. Ao ler a frase na banca de revista, meu coração se encheu de esperança nessa manhã dominical. Há futuro.

Pega pra capá

Larga experiência de tocar na rua: mestres da técnica.

Dia 03/12/09 no Teatro Tobias Barreto. Esse foi o dia que Heitor Villas-Lobos e Jimi Hendrix se encontraram num palco. Foi uma overdose de notas, velhinho. Grande execução! Queria mais showzaços desses na minha cidade: Armandinho & Stanley Jordan. Grande mérito de João Falcão, produtor do Phoenix Jazz Festival. Não basta ser filho, tem que produzir a família rss

Nem Tristão, nem Isolda.

Público & privado se confundem no trabalho de Calle.

Público & privado se unem no trabalho de Calle.

Se cuide“. Quem nunca ouviu falar essa expressão? E você, cara leitora, também? Troquemos figurinhas. Foram inúmeras situações. Todas doeram. Sempre foram em momentos de ruptura. A primeira vez, a gente nunca esquece. Tinha 18 anos e um namoradinho, que gerou uma fixação daquelas, foi me deixar em casa quando sem mais nem menos soltou a bendita expressão. Entrei no prédio, chamei o elevador. Daí a luz vermelha que havia apertado me disse: tinha ganho um pé na bunda fino. Uma vez lerda, eterna lerda. Tempos depois dei corda pro danado – realmente a figura é uma graçinha, engraçado, inteligente e complicadinho (do jeito que o diabo gosta, né?) Foi assim que ouvi ele terminar de novo, agora por telefone, com um clássico “a gente se vê”. Ai, ai, ai… Até hoje tenho uma ponta de ciuminho quando o vejo acompanhado. Dizem que há dores de cotovelo que a gente leva por uma eternidade. Também nunca tive paciência para garotos hesitantes e indecisos. Enjoa fácil. Olha que o beijinho dele até hoje está no top five sem sofrer um abalado no ranking. Pense! Com tempo a gente aprende, na marra, que há tipos de parceiros que não funcionam com gênios difíceis. A carapuça me serve.

Solar do Unhão. Uma carta de rompimento. Dois pavilhões para uma exposição intitulada “Cuide de você”. Há uma perenidade no verbo cuidar que atravessa nosso sentimento. Lembrei do moreno que me deixou rindo sozinha. Há certas lembranças que sempre nos visitam. Sophie Calle, como poderia interpretar o email de fim de relacionamento? Como uma boa latina-americana, o chamaria para um jantar com humor “happy end” e serveria picadinho com cerveja preta. Pegava a carta, deixava bem muidinha e misturava com todos os temperos formando um lindo caldo cheio de desapego, risadas e amor altruísta. Gregoire Bouillier adoraria e ainda pediria para repetir, clandestinamente minha felicidade seria conquistada, nossas pontas de ego massageados e por fim só restaria o tinto seco a tingir nossos lábios. Brincadeira. Nem tem jeito de dissolver ou sublimar o vazio que uma pessoa bacana deixa na nossa vida. Uma vez partilhada nossa intimidade, o carinho sempre permanece de alguma maneira. Geralmente uma sensação estranha que fica. Sem dívidas. Apenas lembranças e desmemórias sobre Luciana à Francisco Dantas. É tanta coivara que a gente tem que fazer pra seguir em frente. Calle divide com a gente essa dor. Seria uma busca por uma nova lógica de amor?

Ensaio fotodocumental de Alejandro Zambrana.

Festa do Lambe Sujo registrada por Alejandro Zambrana.

“Tava capinando, a princesa me chamou/
Alevanta nêgo, cativeiro se acabô/
Samba, nêgo, branco não vem cá/
Se vier, pau há de levar.”

(Laranjeiras * Sergipe * Brasil)

Realizador denuncia precariedade do festival de cinema.

Realizador denuncia festival de cinema.

Por Alessandro Santana

Sergipanos são os cidadãos brasileiros, nascidos em Sergipe, menor estado da federação. Faço parte desta classificação. Nasci, cresci, vivo em Sergipe e produzo Arte. Atualmente, venho observando com uma mórbida atenção alguns sinais de descaso para com o artista sergipano. O (mal)dito artista sergipano, este que fazem questão de louvar por essas bandas, é tratado em sua terra com descaso.

O Festival Ibero-americano de cinema de Sergipe Curta-SE, promovido pela Casa Curta-SE, mais uma vez se mostra desrespeitoso para com o realizador sergipano. Desde a sua primeira edição, acompanho o festival. Trabalhei em um dos filmes exibidos no primeiro festival e estou aqui novamente participando da 9a edição como realizador, e percebi que, desde a publicação das obras selecionadas para esta última edição do festival, coisas estranhas têm acontecido. O Curta-SE continua mal em sua organização. Longe de ser um festival firme e maduro com seus 9 anos de existência, continua repetindo erros primários de produção. O que podemos esperar de um festival sergipano que não dá o devido respeito ao realizador sergipano? (e com o público também).

Dito isto, vamos aos casos: assim que recebi um e-mail p ir retirar minha credencial na Casa Curta-SE, lá vem o primeiro erro:  eu sobrenome trocado na lista de circulação interna para controle das credenciais. Até aí, tudo bem. Um pedido de desculpas resolve o problema. No primeiro dia da mostra de filmes sergipanos, somente um dos vídeos propostos para a mostra foi exibido, com defeito nos créditos e a mostra de vídeos sergipanos acabou-se aí. Os artistas sergipanos não tiveram seus filmes exibidos, assim como o público que compareceu a fim de apreciar a produção local foram desrespeitados. Na segunda mostra, ocorreu uma coisa que mexeu particularmente com a minha pessoa: senti-me desrespeitado, primeiramente por não ter sido mencionado na abertura da segunda noite, assim como também pela não inclusão do título do meu vídeo na cédula para votação do júri popular. Era como se eu não estivesse ali, ou como se, simplesmente o vídeo não existisse. Sim, eu me senti marginalizado. Não que eu estivesse fazendo questão de ganhar algum prêmio, mas simplesmente pela falta de organização (e consequente respeito) do festival para com o meu trabalho, assim como os dos realizadores que teriam seus trabalhos exibidos na primeira mostra (que só exibiu um dos quatro vídeos programados). Pois bem, vou ser bastante ingênuo ao crer, que pelo tipo de vídeo que eu faço – me dedico inteiramente aos vídeos ditos experimentais – que a produção teria esquecido exatamente da minha obra no momento de digitar a ficha pois não lembraram da estorinha que o meu vídeo contava, ou talvez o título seja muito grande e deu preguiça. Uma outra leitura do fato se resume em uma simples palavra: incompetência. Ah, esse mal que assola esta cidade.

O mesmo vídeo em questão, (Desconforto ou qualquer título que lhe caia melhor; experimental, 15:18 min) também foi selecionado para outro festival em Sergipe, o “Curta na TV” da Fundação Aperipê, onde a fundação, EM CONTRATO, se redispunha a premiar com 100 cópias a cada realizador dos vídeo selecionado. Até hoje espero essas cópias, embora agora sem mais nenhuma esperança, pois pelo que eu tenho ouvido por aí, a Aperipê está contendo despesas (e o caso desses vídeos, suponho que não os interessem mais, a partir do momento em que o realizador sergipano, que deveria por direito ter o seu devido reconhecimento, apoio e respeito pela sua contribuição à cultura local – que não é somente feita de folclore/cultura popular, e sim toda e qualquer manifestação artística produzidas aqui nesta província). Nestes dois casos me sinto me sinto desrespeitado enquanto artista e sergipano que sou, concluindo aqui com algumas perguntas intrigantes:

É desta forma que se apóia e valoriza a cultura local?
O que finalmente resta para o artista sergipano??

Carta aberta

Nu reclinado (1917) - Amedeo Modigliani

Nu reclinado (1917) - Amedeo Modigliani

Mais vale uma filha na mão/ Do que dois pais voando
Você não gosta de mim, mas sua filha gosta
Você não gosta de mim, mas sua filha gosta
Jorge Maravilha” – Leonel Paiva / Julinho da Adelaide (Chico Buarque)

Sou fã das filhas dos coronéis.

Eu acho lindo que as jovens estejam retirando seus pais, homens da mais alta hierarquia militar, do desempenho de funções. Setembro de 2008. Coronel Péricles Menezes, comandante da Polícia Militar de Sergipe, é exonerado pelo Governador Marcelo Déda após arrombamento de uma casa na tentativa de encontrar sua filha de 16 anos com um suposto namorado. Setembro de 2009. Coronel Maurício Iunes, comandante do policiamento da capital, deixa o cargo depois de um jovem de 20 anos denunciá-lo por espancamento. Razão: o estudante ter tido um encontro furtivo com sua filha de 14 anos. É… não tem curso, nem patente que ensine a fórmula de como ser pai.

Não falo isso com veneno jornalístico, mas como mulher e moradora de uma cidade com comportamento hipócrita como Aracaju. Toda uma celeuma porque uma situação familiar foi exposta publicamente por conta do poder que seus protagonistas exercem. Sabe o que seria sensacional? O pai chamar esse “jovem comedor” para um bate papo no barzinho da esquina. Quando vamos ter um outro tipo de comportamento sobre a vida sexual dos nossos filhos? Mas os jornais vão continuar vendendo mais edições por essas histórias (Ah! Nelson Rodrigues, saudade do seu texto).

A meninada é ligadíssima na internet, navega em tudo que é site sem caretice. Aliás, vê Big Brother com a família no sofazão da sala. Programinha que só desinforma, estimula competição, esvazia o senso de coletividade, justifica a picaretagem, legitima apropriação desmedida do capital (o sonho do pobre querer ser milionário é um contra-senso), além de deserotizar os corpos (tudo é produto em exposição e para compra na próxima edição da Playboy). Ops… tinha esquecido que vivemos na cidade onde os motéis são chamados de pousada (criam até lei municipal pra isso!), livro de escritor sergipano é proibido no vestibular porque fala de sexo e na propaganda somos exemplos da qualidade de vida no Brasil. Engraçado, não?

Tudo se justifica. Nesse mondo bizarro (com a licença de Saulo Coelho), fico com as palavras do finado Newman Sucupira, poeta e fotógrafo que escreveu “Contos malditos e histórias de mim”, que já dizia que Aracaju fede, principalmente, quando é para falar da conduta moral dos seus moradores. Estou do lado dessas jovens. Nada menos adolescente do que namorar escondido, contar um desdobro pros pais e viver uma experiência. Juventude é descoberta. Apesar de novinhas, essas garotas demonstram que são decididas. Agora, imagina como seria diferente o comportamento desses pais se o caso fosse com filhos/homens.

Fardados ou não fardados, está na hora de atualizar o conceito de papai e mamãe. Autoridade nenhuma nesse mundo vai dar conta da habilidade dessa juventude orkuteira/twitteira. Eles são mais inteligentes e capazes do que seus velhos. Comecem a ter argumentos e, por favor, não leve um caso bobo como namoros proibidos para delegacia. O erário público agradece. Façam jus aos anos de experiência. Seus cabelos brancos indicam que o tempo passou, não que o mundo ficou velho. Há novas práticas de relacionamento. Hoje ser adulto está intimamente ligado ao desapego e responsabilidade afetiva. E se preparem logo, porque muita coisa tá rolando por aí.

Dêem meninas, dêem com carinho, amor e camisinha (codinome do juízo)! Dêem porque vocês querem.

Cheiro!

Lu Almeida, por favor menos neura no mundo.

Pra frente é que se anda

Enrique Diaz e Coutinho na contação do documentário.

O gênero documentário é o melhor da produção cinematográfica brasileira nos últimos vinte anos. Parece que a ficção se tornou, boa parte, estetizada ou sisuda demais. Somos um tanto órfãos. Sinto falta de um cinema sacana e crítico, como ninguém faz desde da produtora Belair. Para irritação de Júlio Bressane, cadê os filhos do (mal)dito cinema marginal?

Voltemos ao ponto: o trabalho novo (sic!) de Eduardo Coutinho que vi no Espaço Unibanco, conhecido como o Cine Glauber Rocha. Aliás, não posso deixar de dizer que depois de morto, Glauber conseguiu alcançar seu projeto político pro cinema brasileiro. No espaço há lindos painéis dos principais filmes dele nas paredes do multiplex. Avistei um paredão específico com plano americano do Porfírio Diaz na clássica sequência de “Terra em Transe” (onde carrega a cruz) juntamente com a logomarca do Unibanco. É realmente irônica as veredas desse sertão-mundo. Enfim, continuemos ao pequeno comentário sobre “Moscou”.

Senti um setentão dando um passo no escuro, melhor intencionada, diria andando pra frente. Vi um Coutinho radicalizando seu objeto, talvez assumindo mais riscos. O que também não é novidade na sua longa trajetória. Até hoje Coutinho tem um diferencial em relação a turma do CPC (Centro Popular de Cultura). Quando dô esse exemplo me refiro ao “Quatro Vezes Favela”. Enquanto seus parceiros de registros documentais ficavam bastante presos ao roteiro, Coutinho sempre permitia o espaço do inacabado no seu trabalho. O carioca sempre se propôs a ter uma obra mais aberta, ao esquema working in progress. De “Cabra marcado para morrer” até agora, o modus operandi de Coutinho sempre permite uma variação e um acaso que nenhum outro documentarista consegue se ater. Ele virou escola, desenvolveu uma forma de cinema que neguinho fica aí se desdobrando para dar continuidade.

Ao ir na bilheteria é como se Eduardo Coutinho, logo depois de ter fumado um cigarro, pegasse nossa mão e dissesse: – Vem comigo. Tenho algo pra mostrar do que vi e do que me contaram, mas saiba que quero te dizer de como tudo foi feito. Assim começa “Moscou”: a câmara voltada para uma mesa vazia e sua indefectível voz pigarrenta in off nos narrando o presente (com verbos no passado) sobre seu jogo. Durante poucas semanas ele fala que fez o registro da montagem de uma peça “As três irmãs” Anton Tchekhov juntamente com grupo teatral “Galpão“. Temos várias narrativas ali dentro: os atores se narrando com o fazer a peça, a narrativa do diretor, são as cenas da peça, as encenações das vidas dos atores e o ensaio de fazer um documentário sobre isso tudo.

Certa vez li uma entrevista feita por Mauricio Stycer com Coutinho onde falava sobre as incompetências da esquerda. Sua capacidade de diagnosticar aquilo que todos sabem, mas não conseguem verbalizar é notável. Coutinho permanece político. De certa forma, me parece que aborda um novo patamar dos entraves da política de criação (do fazer cinema documental?). A câmera, os atores, ele (como personagem de diretor) e nós (espectadores) estão em intensa negociação. Já não interessa ficar naquela de debater “o real”, agora é ir além do discurso do “irreal”, focar naquilo que se define como invenção, memória etc…

A consagração como um dos melhores cineasta na atualidade poderia ser um empecilho de criar. Pelo contrário, faz um Coutinho com menos certezas. O velhinho disse que depois de ter filmado todo processo e partir para edição teve dúvidas se realmente havia, ali, um filme. Pasmem! Concluir isso depois de mais de 70 horas de gravação!? Recorreu ao seu produtor, também cineasta, João Salles. Talvez tenha deixado isso como brecha e partilha pro seu espectador.

O pensamento cinematográfico coutiniano sobre o pacto entre os filmados, quem filma e os espectadores está cada vez menos necessário, embora seja super legítimo e honesto. Era como se seu filme anterior “Jogo de Cena” fosse um desenho do que havia por vir. Antes ele assumiu a responsabilidade de gravar atrizes conhecidas pela televisão, atrizes de teatro, mulheres não atrizes. Todas manejavam a cena relatando histórias entre o falso e verdadeiro, convencimento, truque, repetição, brincadeira. Deveras um filme metalinguístico. Ali é ele dizendo o que pensa literalmente do cinema, mas em “Moscou” nada disso vale.

Agora, Eduardo Coutinho coloca um ator contando sua própria história em encenação e fazendo parecer que o quê realmente interessa é ser tudo irreal/real ao mesmo tempo. Somos convidados a viver a angústia em cena, na cena e no desvelar dos enquadramentos. Sai da sala escura com a sensação que o cabra de cabeleira branca quer mais. Sua tese de documentário como ficção se consolida e começa a tomar novas formas de subjetivação (e pode?).

Nunca tinha visto um Coutinho apalpando algo tão irresoluto. Do lado de cá da poltrona, senti um diretor bastante brechtiano. Será que foi por isso que’le escolheu o “Galpão”? A confiança é arapuca no cinema coutiniano. O filme é, antes de mais nada, um registro de busca. Na peça “As três irmãs” a cidade de Moscou é a representação da utopia, em “Moscou” é o não-lugar do Eduardo Coutinho. O que nos resta enquanto espectadores é contingente. E, agora, o que será que’le vai fazer no seu próximo laboratório?

Aláfia

Bora Maestro! Isso que é respiração circular no soprano reto.

Bora Maestro! Isso que é respiração circular ...

É impressionante a quantidade de bons músicos que a Bahia reserva. Gostaria de vê-los, mais vezes, na imprensa pela somzera que fazem e não só pelas paradas de sucesso. A Ivete Sangalo mesmo tem um maestro como Letieres Leite no sax alto. Um cabra responsável por nada menos que a Orkestra Rumpilezz. Você já ouviu?

Vi a formação completa ontem (dia 24) no XVI Festival de Música Instrumental da Bahia no mesmo palco onde eles se apresentaram pela primeira vez, Teatro Castro Alves. Fiquei super emocionada. Ó paí, ó! Coisa linda, viu? hehehehe

Tentei duas vezes entrevistar esse miseravão. Sem êxito. Deixe estar, um dia pego o danado pra um longo bate papo – incluindo o ex-Sec Banda (SE), digníssimo Gilberto Jr. (trompete). Enquanto não rola, dá uma lidinha na prosa feita por Fernando de Lucena e Renata D´Elia.

Limpe os ouvidos: Coisas (1965) Maestro Moacir Santos e Orquestra AfroBrasileira (1968) do Maestro Abigail Moura.

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